Um elevador pode ter espaço interno suficiente e, ainda assim, uma entrada que dificulta a passagem da bicicleta. Por isso, a pergunta “cabe no elevador?” precisa vir acompanhada de medidas e de uma descrição do acesso. O mesmo vale para a curva entre o corredor e a porta.

Registre três partes do trajeto

Entrada: meça a largura livre da porta completamente aberta. Observe obstáculos fixos e desníveis.

Cabine: anote largura e profundidade utilizáveis, sem incluir nichos onde o conjunto não poderá ser acomodado. Considere também o espaço necessário para quem conduz a bicicleta.

Saída: confira o hall, a curva do corredor e a porta seguinte. Passar pela entrada do prédio não garante passar pelo restante do caminho.

Não baseie a decisão apenas na diagonal da cabine. Uma possibilidade geométrica em desenho pode exigir uma manobra impraticável ou incompatível com a orientação de manuseio.

Informe o modelo e a configuração

Na conversa com a OnEll, identifique se considera quadro fixo ou dobrável. Peça as medidas da configuração em que pretende passar pelo local. Não substitua dimensões dobradas por dimensões da caixa de transporte.

Uma consulta útil reúne: modelo, largura da porta, largura e profundidade da cabine, largura do corredor e descrição de eventuais degraus. Fotos podem complementar as medidas; não precisam mostrar pessoas, números de apartamento ou outras informações pessoais.

Confirme as regras de acesso

Verifique com o condomínio qual elevador pode ser usado, os cuidados exigidos e os horários, quando houver. A equipe OnEll pode orientar sobre o produto, mas não autoriza circulação em nome do prédio.

Se a única alternativa exigir carregar o conjunto em escadas, confirme o peso líquido e avalie o manuseio antes da compra.

Revise a escolha depois da confirmação

Confira a coleção de dobráveis quando a dobra puder ajudar. Para o espaço final, use o guia de guarda. Guarde a resposta recebida e compare o trajeto completo: o modelo precisa ser compatível com a entrada, a saída e a rotina de guarda.